segunda-feira, março 17
quinta-feira, março 13
SEDE DO IBAMA FOI OCUPADA - CONTRA BARRAGEM NO VALE DO RIBEIRA
Depois de duas negativas do IBAMA, a CBA (Companhia Brasileira de Alumínio) conseguiu a Licença Prévia para a construção de uma Usina Hidrelétrica que, quando pronta, vai alagar uma região ocupada por mais de mil famílias.
Seis entidades ecológicas, entre elas a Fundação SOS Mata Atlântica e o Instituto Socioambiental (ISA), centrais sindicais e movimentos sociais, como o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), divulgaram uma carta aberta na qual repudiam o projeto. Nós também estávamos presentes. De acordo com o ISA, ao emitir o parecer recomendando a licença prévia, o Ibama deu o primeiro passo para a construção da hidrelétrica que, se construída, afetará o modo de vida das populações do Vale do Ribeira, destruirá áreas protegidas, inundará cavernas e afetará o regime hidrológico do manancial. Os ambientalistas alegam ainda que a usina gerará energia exclusivamente para a CBA, não havendo interesse público na obra.
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quarta-feira, fevereiro 20
Trabalhadores ocupam a Fábrica Ceralit, em Campinas-SP e querem voltar a produzir sem o patrão
A Ceralit fica em Campinas (SP) e produz ceras e óleos usados como matéria-prima em vários ramos industriais. Há cerca de 200 trabalhadores atualmente e já há alguns anos o patrão não paga corretamente os salários e direitos. O maquinário é antigo e o risco de acidentes é permanente. Porém, há também um setor novo na fábrica para a produção de biodiesel, que está subutilizado.Os trabalhadores da Flaskô sempre apoiaram os companheiros da Ceralit e alguns já visitaram a fábrica ocupada para ver como se aplica a gestão operária. Em maio de 2007, diante da incompetência patronal, os próprios trabalhadores conseguiram fechar acordos de fornecimento de matéria-prima e venda de produtos, mas, conforme explica o Sindicato dos Químicos:“No dia 22 de dezembro último venceu o contrato com o fornecedor principal. Sem a matéria prima a produção parou, ficou impossível garantir os salários e houve o corte dos serviços prestados pelas concessionárias de água, luz e telefone. Este fornecedor garantia a entrega da matéria prima, pois estava interessado em comprar a Ceralit.No entanto, no dia 22, ele comunicou aos trabalhadores que a dívida de R$ 160 milhões supera o patrimônio da empresa, o que o levou a se desinteressar pela compra.Trabalhadores querem fazer a Ceralit funcionarCom a ocupação da fábrica, além de impedir uma tentativa patronal de retirar as máquinas e equipamentos, os trabalhadores pretendem fazer com que ela volte a produzir. Para isso, nos próximos dias manterão contatos com fornecedores de matéria prima e com empresas que consomem o que a Ceralit produz”.Toda força aos companheiros na defesa dos empregos, direitos e do parque fabril! Pela retomada da produção sob controle operário!Para ver a matéria no site do Sind Quim, acesse:http://www.quimicosunificados.com.br/noticia_interna.php?id=562&id_secao=2
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quinta-feira, janeiro 24
NOVO DOCUMENTÁRIO DA FLASKÔ - PRODUZIDO PELOS PRÓPRIOS TRABALHADORES EM JANEIRO DE 2008
Entrem em contato e adquira o Novo Documentário dos Trabalhadores e Trabalhadoras da Flaskô, por R$ 15,00. Conheça e contribua para nossa luta, que não é fácil. O Documentário é uma produção dos próprios trabalhadores e editado por um grande apoiador da nossa luta: João Santolaia - trabalhador numa fábrica química em Valinhos. Militande da classe operária, guerreiro de chão de fábrica. Inclusive agradecemos publicamente o apoio deste camarada na edição de nosso vídeo.
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Metalúrgicos de Rio Claro (SP) enfrentam patrões e políticos para se manterem unidos
O Prefeito de Rio Claro (SP), Nevoeiro Júnior, do Partido Democrata (Demo) e seus aliados na Câmara de Vereadores resolveram entrar na briga contra os metalúrgicos de lá. Na última eleição para o Sindicato, os patrões apoiaram a formação de uma chapa que queria dividir a base de representação da entidade! O Sindicato de Limeira abrange outras cidades da região, mas os pelegos querem fundar um Sindicato em Rio Claro.Mesmo perdendo as eleições, a campanha de divisão continua. "Precisamos de uma representação maior dos nossos trabalhadores para evitar de se ver um filme que os rio-clarenses já conhecem do passado. O fechamento da Gurgel Motores e da Metalúrgica Alfa ainda estão na memória de todos. Tenho certeza da maturidade dos trabalhadores da nossa cidade, que abominam a postura autofágica sindical", disse o prefeito.Já o vereador Sérgio Carnevale (Demo) afirmou: “Do jeito que as coisas estão, em pouco tempo também vamos amargar a perda da Torque. Acredito que esta empresa vai se transferir para outra cidade, se as pressões dos sindicalistas limeirenses prosseguirem”.Categoria permanece unida!Porém, em assembléia com cerca de mil trabalhadores em dezembro último, os metalúrgicos rejeitaram a proposta e se mantêm unidos na região, como sempre foram, desde 1959! E o discurso dos políticos rio-clarenses não cola, afinal, a culpa pelo fechamento ou transferência de empresas não são dos operários e de suas organizações e sim da política desenfreada de lucro fácil promovida pelos patrões, que nem se importam com os direitos dos trabalhadores, com a produção ou em pagar os impostos para a cidade.Veja também a notícia no site do Sindicato de Limeira:
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sexta-feira, dezembro 21
Nossa participação no ato pela Tarifa Social foi fundamental!
Foi muito importante nossa participação no Ato Público organizado pelo Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), por associações de moradores de seis bairros da periferia de Campinas, pelo Sindicato dos Metalúrgicos e também por parlamentares. Mostrou para a CPFL que não estamos nem um pouco sozinhos, pelo contrário existem organizações populares que vestem realmente a camisa da luta da Flaskô e que vão ajudar no que for preciso para a fábrica continuar aberta e sobre o controle democrático dos trabalhadores.
O Ato foi organizado por que existe uma lei que permite que todos que consomem menos do R$ 120,00 ou 220 kw de energia têm o direito a um desconto de até 65% na conta do mês, e as companhias se negam a cumprir a lei e ainda enganam os consumidores que procuram os seus direitos. Chegam a inventar que para ter o benefício é preciso estar cadastrado em programas sociais do governo, como o Bolsa Família, o que é pura mentira. O certo é ser automático: o consumidor que usa menos que R$ 120,00 por mês deveria ter direito ao desconto.
Sabemos que somente com a luta organizada podemos conquistar nossas reivindicações, tivemos um exemplo vivo neste Ato, a CPFL foi procurada por várias vezes pela população dos bairros de Campinas e foi exigido o cumprimento da lei da Tarifa Social e foi negado. Depois da manifestação eles ficaram de atender, mas somente as pessoas que fizerem uma autodeclaração, preenchendo uma folha com seus dados pedindo o desconto. Como as pessoas vão ficar sabendo que têm direitos a isso? Foi colocada na mesa de negociação uma proposta para CPFL divulgar nas contas de energia o direito à Tarifa Social, mas eles disseram que ainda vão analisar essa proposta, ou seja, é muito provável que eles não façam essa divulgação, pois a companhia só pensa em ganhar mais e mais dinheiro e não vão mostrar para os consumidores que eles têm direito ao desconto.
Mas vamos informar e fazer campanha sobre a Tarifa Social para que todos nossos companheiros e companheiras tenham acesso, pois somente com a solidariedade entre a classe trabalhadora poderemos vencer os “gananciosos” burgueses sanguessugas do sistema capitalista que manobram a lei com muita facilidade. Se não fosse a luta organizada que fizemos, a companhia não iria cumprir a lei!
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Dois dia depois fomos há uma mesa de negociação para pedir um parcelamento das contas da Fábrica...
CPFL vai analisar nosso pedido de parcelar as contas atrasadas em até 36 vezes
Os camaradas Pedro, Chaolim e Fernando, acompanhados pelos advogados Luana e Alexandre e também pelo vereador Paulo Búfalo (PSOL/Campinas) e pela Neusi da Associação de Moradores do Parque Bandeirantes representaram os trabalhadores da Flaskô nesta primeira reunião de renegociação das contas de luz com a CPFL.
Segundo a Dra Luana, “a reunião foi boa, foram feitos alguns cálculos em cima da nossa proposta de pagar 25 mil por mês até conseguirmos quitar a dívida em 3 anos. Agora, eles vão avaliar essa proposta para nos dar uma resposta”.
Fernando disse também que a CPFL reconheceu nosso esforço dos últimos meses, pois desde agosto estamos pagando certinho as contas do mês e mais R$ 20 mil do acordo anterior.
Chaolim também comentou na mesa de negociação que a CPFL vai receber se fechar acordo com os trabalhadores, mas que teria ficado sem receber nada se dependesse do antigo patrão.Agora vamos aguardar a resposta da CPFL, lembrando que isso é fruto da nossa mobilização! Sem ela, a CPFL com certeza iria embaçar nosso fim de ano. Como mostramos força e unidade, as negociações foram positivas. A luta continua!
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Encontro na Flaskô reúniu centenas de apoiadores

"Durante a manhã de sábado de 15 de dezembro, cerca de 150 apoiadores do Movimento das Fábricas Ocupadas se reuniram em Sumaré/SP e definiram os próximos passos da luta contra a intervenção federal na Cipla e Interfibra e para defender os empregos e o controle operário na Flaskô.
O Encontro foi co-organizado pelo Conselho de Fábrica da Flaskô e a Associação de Moradores do Parque Bandeirantes, que acabam de firmar uma parceria para reativar a antiga área onde funcionava o restaurante da empresa, com atividades comunitárias, culturais, esportivas e de formação política e profissional.
Entre os representantes presentes, estavam Serge Goulart, coordenador das Fábricas Ocupadas e membro da Comissão Operária destituída da Cipla. Ari, do MST de Limeira (que acabam de reocupar uma área de onde haviam sido retirados à força pela polícia). Roque Ferreira, do Sindicato dos Ferroviários de Bauru e da Federação Nacional dos Ferroviários da CUT; José Carlos Miranda do Movimento Negro e Socialista (MNS); Galvão do Movimento dos Trabalhadores Desempregados (MTD); Carol do DCE da Unicamp; os vereadores Paulo Búfalo e Marcela Moreira (PSOL/Campinas), além de Lúcio, representante do vereador Carlos Signorelli (PT/Campinas) e de um representante do Deputado Estadual Raul Marcelo (PSOL). Também estiveram presentes o vereador Niraldo (PCdoB/Sumaré), Biaia do Sindicato dos Trabalhadores nos Correios de Campinas, Sérgio Andrade do Sindicato dos Servidores Municipais de Rio Claro e Zé Renato do DCE da PUC-Campinas.
A primeira resolução que foi adotada é a realização de um ato em frente à Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL) para o dia 18/12 (terça-feira), para reabrir as negociações sobre as contas de luz atrasadas da Flaskô e também em conjunto com a Campanha pela Tarifa Social de Energia Elétrica e pela re-estatização do setor energético.
Outra resolução importante é o lançamento de uma campanha de envio de postais ao presidente Lula e ao ministro Marinho que pede o fim da intervenção na Cipla e Interfibra, as fábricas de volta aos trabalhadores e a estatização sob controle operário. De imediato, 2 mil postais serão enviados de todo o Brasil para encher a árvore de Natal do governo federal com esses cartões!
Por fim, também foram aprovadas moções em apoio à luta do MST em Limeira e à greve dos trabalhadores da Ford na Rússia.
Agradecemos publicamente todos e todas que sempre nos apoiaram, não é à toa que os trabalhadores e trabalhadoras da Fábrica Ocupada Flaskô resistem tanto para que a fábrica continue aberta e produzindo sob o controle democrático dos trabalhadores".
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Desde 12 de junho de 2003,
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08:42
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Foto da Mesa do Encontro
" Representantes das organizações dos trabalhadores do campo, do movimento estudantil, parlamentares, trabalhadores desempregados, do movimento negro e trabalhadores do movimento das fábricas ocupadas".
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08:33
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Foto da Plenária do Encontro
"Mais de 100 bravos militantes da classe operária, entre, idosos, crianças, jovens estudantes, parlamentares populares, artistas, intelectuais, trabalhadores do campo e da cidade. Gente que dá exemplo de como combater contra as organizações burguesas".
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08:24
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Foto do final do Encontro
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segunda-feira, dezembro 17
Declaraçaõ de apoio da Freteco
Al Encuentro de FLASKO
Aos camaradas e trabalhadores da Flaskô.
Saudaçoes Revolucionarias.
Irmaos, trabalhadores da Flaskô...
Desde Venezuela temos acompanhado permanentemente todas vossas heróicas lutas...
Sabemos que a unidade da classe operária é o ponto chave para acabar com a exploraçao capitalista, sabemos que um pequeno numero de fabricas ocupadas e sob controle operario nao poderia sobreviver às pressoes e às açoes violentas do capital. Sabíamos que se o governo Lula nao expropriasse as fabricas tomadas nao teríamos possibilidade de sobreviver...Ele é um dos principais responsaveis por vossa atual situaçao.Mas ele fez sua opçao de classe e virou as costas ao seu povo, aos sues irmaos.
Uma fabrica, mesmo que tomada nao é uma ilha, só o socialismo pode liberar a classe operária de toda opressao e garantir o pleno emprego e direitos.
Cada luta, cada trincheira conquistada pela classe operária, se vinculada à luta pelo fim do capitalismo e de seu Estado , mesmos que, sob determinadas condiçoes, nao nos tenham permitido imediatamente avançar em direçao à tomada do poder, frente às traiçoes de seus partidos que dizem falar em da classe, cada uma dessas batalhas e destas trincheiras serao sempre defendidas com unhas e dentes pelos revolucionarios, pois sabemos que, se hoje fomos traidos e nao conseguimos nosso intento, amanha, em diferentes lugares do mundo a classe se colocará em movimento e aprenderá com suas proprias experiencias, identificará os inimigos com muito mais clarificaçao e re-erguerao as tradiçoes da CIPLA, INTERFIBRA, FLASKO em um patamar muito mais avançado.
Talvez voces nao saibam, mas a experiencia da FLASKO, CIPLA; INTERFIBRA; FLAKPET, e todas as outras experiencias de fabricas tomadas no Brasil, muito ensinaram os camaradas de INVEVAL, INAF, GOTCHA, INVEPAL, SIDEROCA, CUMANACOA, Caribe Nautica, Cimento Andino, Sel FEx, Tomatera Caigua, ajudando a superar o estagio das cogestoes e culminando com o reconhecimento de Chávez de que o modelo do controle obrero e da estatizaçao é o passo necessário para todas as fabricas socialistas que estao em gestaçao na revolucionaria Venezuela que enfrenta o duro ataque da burguesia e do imperialismo.
Aqui os trabalhadores de Sanitários Maracay foram derrotados pelos sectarios e pelos burocratas. Mas vivem em FRETECO todas as experiencias das lutas das fabricas tomadas e elas tem tudo que ver com voces, com sua luta, que é nossa luta.
A batalha final será travada na Venezuela, e em muitos outros países, voces estarao na linha de frente dessas batalhas. Classe contra classe, derrotaremos o capital.Os sectarios e traidores será aniquilados com seus amos e senhores.
Juntos com todos nossos irmaos operários de todo o mundo ergueremos os Estados Socialistas, unidos, liquidaremos com toda especie de exploraçao.
Sabemos que para os estomagos famintos de milhoes de trabalhadores palavras nada resolvem, mas também sabemos que as ideais quando se convertem em força material e se expressam por meio de seus partidos e organizaçoes de poder e assaltam as fortalezas antes inespuguinaveis da burguesia, está tremerá e entao seremos capazes de abrir a era da irmandade e felicidade, a era socialista. Aí entao todos rememorarao as lutas de Flasko, da CIPLA, Flakpet e olharao para trás com orgulho e nos sentiremos unidos à Comuna de Paris, à Revolcuçao Russa de 1905, passarao diante de nossos olhos os combatentes bolcheviques de 1917, os heroicos trabalhadores da Alemanha, da China, da Polonia, Hungria, Cuba, e de tantos outros países, e tenham certeza, dentre eles estará escrito: TRABALHADORES DA FLASKO!
Trabalhadores do mundo Univos!
Viva o controle Operário!
Viva a Revoluçao Socialista na Venezuela!
Viva CIPLA! Muitas outras virao! Fora Interventor!
UM VIVA AOS TRABALHADORES DA FLASKO! O CONTROLE OPERARIO VIVE E VIVERÄ NO BRASIL, NA VENEZUELA E EM TODO O MUNDO!
VENCEREMOS!
FRETECO: FRENTE REVOLUCIONARIA DE TRABALHADORES EM EMPRESAS COGESTIONADAS E OCUPADAS.
Trabalhadores de INVEVAL; INAF; GOTCHA; CARIBE NAUTICA; SEL FEX; MDS::
Ocupação de fábrica: 4 anos e meio de resistência na Flaskô!Compareça ao Encontro deste sábado, 15/12, às 9 horas! Venha visitar os trabalhadores que ocuparam uma fábrica do setor químico-plástico e a mantém funcionando há quatro anos e meio!É a luta em defesa dos empregos, pelos salários que sustentam as famílias dos operários, contra a exploração do trabalho e a pilhagem do parque fabril brasileiro!É a luta contra a criminosa intervenção federal na Cipla e Interfibra, que colocou para fora o Conselho de Fábrica eleito pelos trabalhadores em assembléia pela força das armas, com todo o apoio dos patrões. Uma intervenção que o governo Lula não fez nada para impedir e, por isso mesmo, permitiu que ela acontecesse e que até agora também não fez nada para encerrar.Enquanto isso, os trabalhadores dessas empresas são mandados embora, sem nada receber e quem fica tem que agüentar o não-pagamento integral dos salários, o aumento da jornada de 30 horas semanais (conquista dos próprios trabalhadores) para 44 horas, a implantação do banco de horas e a retirada de outros direitos que haviam obtido quando estavam no controle operacional, administrativo e financeiro das empresas.Um Encontro para compreender melhor a história dos trabalhadores da Flaskô, Cipla, Interfibra, Flakpet, Ellen Metal e de milhares de outros companheiros que se ergueram em direção ao controle operário e ao socialismo. Enfim, para entender as dificuldades atuais e debater os próximos passos desse heróico e exemplar movimento que tem mexido com a classe trabalhadora brasileira e conquistado amplitude internacional.Encontro na Flaskô é neste sábado, dia 15/12!Início às 9 horas!Rua 26, número 300. Parque Bandeirantes, Sumaré/SP(Km 107 da Rodovia Anhanguera, sentido SP – Interior)Rafael Prata(19) 9723-4695
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wanderci silva bueno
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Declaração de Apoio
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Declaraçaõ de Apoio do Presidente do PT - São Paulo Edinho
É com muita satisfação que recebo o convite para esta atividade dos trabalhadores da Flaskô.
Agradeço de coração o convite. Entretanto, por motivo de compromissos já assumidos não me é possivel estar presente. Gostaria de solidarizar-me com a luta de vcs e colocar-me ínteiramente a disposição.
Um abraço fraterno
Edinho
Presidente eleito do PT - São Paulo
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sexta-feira, dezembro 14
Encontro na Flaskô é amanhã - 15/12
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quarta-feira, novembro 28
VIVA A REVOLUÇÃO DO POVO VENEZUELANO! TIREM AS MÃOS DA VENEZUELA!
VIVA A REVOLUÇÃO DO POVO VENEZUELANO!
TIREM AS MÃOS DA VENEZUELA!
Há uma revolução em curso aqui do lado. No nosso país vizinho, a Venezuela! Mas a revolução não será televisionada. A grande mídia busca fazer de tudo para ocultar, esconder do povo brasileiro a revolução venezuelana. Distorcem fatos e manipulam imagens para tentar nos convencer de que há um ditador na Venezuela, que o Governo de Chávez é antidemocrático e chegam até a sugerir que o Brasil se arme e fique preparado para uma guerra contra a Venezuela! Nada mais falso e cretino! Está certo Lula quando responde que a democracia que hoje existe na Venezuela deve ser respeitada enquanto figuras "muito democráticas" como Sarney e Maluf bradam contra a "ditadura de Chávez"!
Na Venezuela o povo oprimido por séculos cansou dos velhos governantes de sempre. O povo cansou de trabalhar para aumentar a riqueza dos ricos venezuelanos e dos Estados Unidos, enquanto que tinha cada vez menos comida para seus filhos. E Chávez, eleito pelo povo por duas vezes consecutivas, governa servindo aos interesses do povo! Acabou de propor uma Reforma Constitucional, que entre outras coisas reduz a jornada de trabalho de todos para 6 horas diárias; proíbe a existência de latifúndio e distribui a terra ao povo. Reverte o dinheiro da venda do petróleo para aumentar o salário dos professores em 40% e dos profissionais da saúde em 60%. Investe na educação, saúde, habitação, saneamento, cultura! E, ao contrário do que mostra a Rede Globo, Revista Veja e etc., a população sai às ruas aos milhões em apoio às medidas de Chávez.
Geralmente, em qualquer país, as questões da vida política da sociedade são as últimas coisas a entrar numa conversa entre trabalhadores. Sempre os temas são o futebol, a novela, a mulher ao lado ou o homem ao lado se vai chover ou fazer sol, etc. Numa revolução tudo muda! Na Venezuela, nas fábricas, escolas, padarias, nas ruas, todos conversam sobre os rumos do país. Como organizar o apoio às reformas do governo Chávez, como combater os golpistas burgueses que a todo o momento tentam provocar fatos políticos que "justifiquem" um golpe de estado e a derrubada militar de Chávez. Isso é uma revolução! E no Brasil devemos vencer a contra-informação da grande mídia e contagiar as pessoas com o mesmo ânimo do povo venezuelano que decidiu dar um basta na exploração e, junto com o Governo Chávez, caminha para uma sociedade igualitária, sem fome, sem injustiça!
Junte-se à campanha em solidariedade à revolução venezuelana TIREM AS MÃOS DA VENEZUELA!
Participe do ato em defesa da revolução e pelo voto SIM à reforma do Governo Chávez!
Dia
8 de Dezembro (Sábado) às 11hNa Praça Osvaldo Cruz em São Paulo
(começo da Av. Paulista, próximo ao Metrô Paraíso)
Seremos recebidos pelo Cônsul Geral da Venezuela!
Chame os amigos! Essa é uma luta histórica!
Assinam essa convocatória: Comitê Nacional da Campanha Tirem as Mãos da Venezuela; MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra); Movimento Nacional das Fábricas Ocupadas; Deputado Estadual-SP Raul Marcelo (PSOL); Serge Goulart (membro do Diretório Nacional do PT); Conselho de Fábrica da Flaskô (empresa sob controle dos trabalhadores); MTD (Movimento dos Trabalhadores Desempregados); Vereadora de Campinas-SP Marcela Moreira (PSOL); Esquerda Marxista (tendência do PT); MNS (Movimento Negro Socialista); JR (Juventude Revolução); Sindicato dos Ferroviários de Bauru, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
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quarta-feira, novembro 14
APÓS MESES DE BATALHA ESTAMOS FINALMENTE PRESTES A OCUPAR O AR COM A RÁDIO LUTA - 102,2 FM
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domingo, outubro 21
Solidariedade
Aos cuidados de Mario Roberto,
Vocês ocupam universidades para defender a Educação como nós ocupamos fábricas para defender nossos direitos e nossos empregos
Recebam toda nossa solidariedade em sua luta. A defesa que vocês estão fazendo do ensino público e gratuito de qualidade, da ampliação das vagas nas universidades públicas é uma luta que interessa a todos os trabalhadores. Como trabalhadores e como pais necessitamos que de escolas públicas de qualidade e não podemos aceitar a crescente privatização da educação.
Vocês ocupam a Reitoria da UFPR como outros estudantes em luta já fizeram e estão fazendo neste momento porque a vontade da maioria não é respeitada pelos dirigentes responsáveis pelas universidades e pelo país.
Tomamos conhecimento do pedido
Recebam um caloroso e forte abraço de solidariedade. Divulgaremos amplamente sua luta. Mantenham-nos informados.
Saudações
Serge Goulart
Coordenador do Movimento Nacional das Fábricas Ocupadas
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quarta-feira, outubro 10
OBRIGADO PELA ÓTIMA FESTA QUE FOI O BINGO
Cerca de 700 pessoas participaram do grande bingo e baile promovido pela Flaskô, fábrica sob controle dos trabalhadores, no sábado passado (dia 06/10). Foi uma noite muito agradável, divertida e na paz, em respeito às famílias que compareceram.Os prêmios sorteados de R$ 300 e R$ 400 tiveram mais de um ganhador. O aparelho de DVD foi decidido no sorteio da pedra maior. Já o prêmio de R$ 500 e o de R$ 1000 tiveram um único ganhador cada. Esses estavam com sorte mesmo! Também houve duas rodadas extras, que sortearam brindes doados pelos comerciantes da nossa região e também produtos da Cipla e da Flaskô.
Mas, mesmo quem não ganhou, gostou e se animou com o baile, ao som de Luís e Joãozinho dos Teclados, que tocaram até de madrugada. A coordenação do Bingo/Baile gradece publicamente o empenho dos trabalhadores da Flaskô, que ajudaram em todas as etapas da organização do bingo e trouxeram a família para prestigiar o evento. Parabéns a todos nós! Conseguimos realizar uma atividade que deixou saudade e muita história para contar!
Agradecemos todos que vieram!
Além disso, nós da Flaskô ficamos muito contentes em oferecer um lazer para a população trabalhadora da comunidade local e agradecemos o apoio que recebemos de todos e todas. É isso aí, continuem na luta com a gente!
Agradecemos também as pessoas e militantes de esquerda que vieram de Campinas, São Paulo, Osasco e Caieiras para nos dar apoio!
Há quatro anos atrás essa fábrica seria mais um cemitério de postos de trabalho, com um terreno e galpões abandonados, mas a ocupação da Flaskô e a Vila Operária e Popular trouxeram mais vida para o bairro.
Apesar das dificuldades e dos ataques dos patrões e da justiça - com a cobertura do governo Lula - nós estamos resistindo e lutando por nossos empregos e direitos. Pela estatização das fábricas ocupadas e pelo fim da intervenção federal na Cipla e Interfibra, já!
Conseguimos arrecadar, ao todo, R$ 1000,00. É pouco para tocar a fábrica, mas é uma ajuda importante para a continuidade da nossa luta.
Enfim, pelo apoio financeiro, material e humano dos trabalhadores e da população e apoiadores da esquerda brasileira: VALEU!
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segunda-feira, setembro 17
PARTICIPE DO NOSSO GRANDE BINGO - A ARRECADAÇÃO SERÁ DESTINADA PARA CESTAS BÁSICAS, ALIMENTAÇÃO, REMÉDIOS E PARA NOSSA MOBILIZAÇÃO
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quarta-feira, setembro 12
Carta aberta a Companhia Paulista de Energia
Carta aberta a Companhia Paulista de Energia Pedro Santinho Coordenador do Conselho de Fábrica da Flaskô 19-8102-6228
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quarta-feira, setembro 5
Seminário na USP - 90 anos da Revolução Russa
Flickr agora em português. Você clica, todo mundo vê. Saiba mais.
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segunda-feira, setembro 3
Contra demissões de sindicalistas metalúrgicos =20?=
Campanha de moções reivindicando a reintegração dos demitidos
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terça-feira, agosto 28
A OFICINA DE RÁDIO FOI ÓTIMA
A oficina de rádio foi um sucesso, contamos com a participação de representantes da comunidade, músicos, radialistas de rádios comunitárias, trabalhadores da Flaskô, representantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto. Os oficineiros são estudantes da USP e são também da Rádio Várzea do Pinheiros - 106,7 FM.
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quinta-feira, agosto 23
OFICINA DE RÁDIO NA FÁBRICA OCUPADA FLASKÔ - SÁBADO, DIA 25 DE AGOSTO DE 2007 - ÀS 10 HORAS DA MANHÃ
Venha participar de uma Oficina de Rádio na Flaskô, que ensina como operar uma rádio e uma rádio de luta, tanto tecnicamente, como politicamente. A oficina será realiza pelos companheiros e companheiras da USP. Temos um projeto de montar uma rádio na fábrica, então, estaremos discutindo como tirar nosso projeto do papel. Convidamos todos e todas lutadores dos Movimentos da Classe Trabalhadora, Movimentos que lutam contra o Racismo, Estudantes, Jovens, Desempregados, Camponeses, Parlamentares Populares, Idosos, Artistas, Intectuais, Representantes das Comunidades, enfim, todos e todas interessados na luta contra todas as organizações da burguesia exploradora.
Ao final teremos a apresentação de um vídeo dos combates travados pelos companheiros e companheiras do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), atividade imperdível!!!
Rua Vinte e Seis, nº 300 - Pq. Bandeirantes - Sumaré - SP
Fone: (19) 3864 11 06 - (19) 8164 19 71
Mail: mobilizacaoflasko@yahoo.com.br
Fernando - Comissão de Fábrica
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segunda-feira, agosto 13
Luz volta a brilhar na Flaskô!
Foram 40 dias de sofrimento e luta, mas os trabalhadores da Flaskô conseguiram restabelecer, junto à Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL), o fornecimento de energia elétrica.As máquinas estão ligadas, a produção foi retomada, bem como os contatos com clientes e fornecedores. Aos poucos estamos colocando a fábrica em ordem, mantendo-a sob controle democrático dos trabalhadores, o que é mais importante!
A Flaskô está se recuperando do violento golpe que sofreu, na seqüência da intervenção judicial – federal na Cipla e Interfibra, contra o controle operário e a luta pela estatização.
A Flaskô agradece todos os apoios nacionais e internacionais que recebeu: foram de fundamental importância! Por isso mesmo, pede que continuem a proteger a fábrica dos novos ataques que não irão demorar para acontecer.
Sendo assim, a Flaskô iniciou uma ampla coleta de assinaturas num abaixo-assinado e convida todos os que apóiam a luta dos trabalhadores das fábricas ocupadas no Brasil a participarem de um ato público na próxima terça-feira, dia 14/08, às 19h, para fazermos um balanço dessa vitória e nos prepararmos para as próximas batalhas.
· Presidente Lula e ministro Marinho: retirem já a intervenção nas fábricas ocupadas!
· Pela estatização da Cipla, Interfibra e Flaskô sob controle democrático dos trabalhadores!
ATO PÚBLICO:
TODOS LIGADOS NA FLASKÔ!
Dia 14/08, terça-feira
19h, na fábrica (Sumaré/SP)
(19) 3864 1106
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domingo, julho 29
Coordenador da fábrica ocupada Flasko é ameaçado de sequestro
No último sábado o Coordenador do Conselho de Fábrica da Flaskô Pedro Santinho, recebeu duas ligações ameaçando sequestrar seu filho se não abandonasse a luta na fábrica ocupada Flaskô. Diante disso registrou boletim de ocorrencia na policia. E adotou medidas de segurança na fábrica.
No entanto, o que poderia parecer brincadeira, continuou. No mesmo dia a noite, e no domingo pela manhã, as ligações continuaram na própria Flaskô. As ligações eram de uma mulher que ameaçou dizendo que Pedro Santinho deve abandonar a Flaskô ou "seu filho e parentes próximos podem sofrer muito".
A quem interessa desestabilizar o Coordenador do Conselho de Fábrica da Flaskô, Pedro Santinho, e sua familia?
Desde a invasão policial realizada na Cipla e Interfibra em 31 de maio, Pedro Santinho tem organizado o combate contra a intervenção nas fábricas ocupadas, e em particular junto a todos os membros do Conselho de Fábrica da Flaskô, e a própria batalha que tem travado o Comite contra a intervenção em Joinville, conseguiu organizar a resistência na fábrica ocupada Flaskô. O que garantiu o funcionamento da mesma após a intervenção na Cipla e Interfibra durante 21 dias quando os trabalhadores e centenas de apoiadores expulsaram o interventor de sua tentativa de invasão da Flaskô. Também organizou a resistencia e a luta pela religação da energia realizada a mando do interventor para tentar acabar com a luta na Flaskô.
Sabemos que o fechamento das fábricas ocupadas interessa a ABIPLAST (Associação Brasileira das Industrias Plasticas), a FIESP (Federação das Insdustrias do Estado de São Paulo) e a todos aqueles incomodados a luta de resistencia do movimento das fábricas ocupadas no Brasil. Interessa diretamente ao interventor que invadiu a Cipla e a Interfibra a pedido do INSS (que está sob o comando de um Ministério dirigido pelo ex-sindicalista e ex-Presidente da CUT, Luis Marinho).
Temos muito claro que o único objetivo com estas ameaças e outras intimadações que possam continuar contra o Coordenador do Conselho de Fábrica e os demais trabalhadores, tem como objetivo claro tentar acabar com a luta das fábricas ocupadas, em particular com a luta na Flaskô que resiste há 50 dias e é um exemplo e ânimo a todos os trabalhadores das fábricas ocupadas.
Não conseguiram intimidar os trabalhadores! Ampliaremos nossa luta!
Há mais de 30 dias os trabalhadores da Flaskô se manter organizados e coesos em sua luta para re-colocar a fábrica para trabalhar, religando a energia e retomando a produção sob o controle operário.
É bom lembrar que, assim que houve a tentantiva de internveção na Flaskô e diante da resistencia dos trabalhadores, o intervetor Rainoldo Uessler, ligou por duas vezes para Pedro Santinho afirmando que voltaria a fábrica, "com a policia federal, com o exercito, a marinha ou qualquer um. Mas me espere que eu vou voltar."
Não há duvida que estas ameaças tem como origem política mais uma tentativa fascista de intimidar o coordenador do Conselho e assim acabar com a luta na Flaskô, destruindo assim a resisitencia que se mantém. Mas não aceitaremos nenhuma intimidação. Estamos organizados para nos defender. Vamos assionar imediatamente todos os orgãos da justiça e mais do que isso exigir que o Presidente Lula, o Sr. Ministro Luis Marinho e o sr. Ministro da Justiça Tarso Genro se pronunciem e tome medidas para acabar com tudo isso. E todos nós sabemos que a solução é a retirada imediata da intervenção federal nas fábricas ocupadas e a estatização das fábricas ocupadas sob o controle democrativos dos próprios trabalhadores.
Os trabalhadores já foram muito long: foram 4 anos de controle e recuperação da fábrica. São 45 dias resistindo contra tentativas de invasão pelo interventor fascista e 30 dias no escuro sem energia.
"Vamos organizar a resistencia, nossa auto-defesa. E mais do que isso vamos a ofensiva porque sabemos que a solução é podermos retornar a nossos postos de trabalho e os companheiros da Cipla e Interfibra para o controle das fábricas", conclui Pedro Santinho
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