domingo, junho 3

  
JUSTIÇA FEDERAL TRATA
TRABALHADOR COMO
BANDIDO E QUER FECHAR
 AS FÁBRICAS OCUPADAS

 

Para garantir mandado de intervenção judicial administrativa da Cipla e Interfibra, 150 policiais federais fortemente armados invadiram, nesta manhã, 31, as Fábricas Ocupadas. Expulsaram os atuais membros da Comissão que dirigem as empresas e já determinou mas de 100 demissões.

O objetivo, da ação expedida pelo juiz federal Oziel Francisco de Souza é a penhora sobre faturamento cobrar dívida milionária com o INSS deixada pelos antigos administradores Luis e Anselmo Batschauer, datada de 1998, nem que isso resulte no fechamento das empresas.

"- Lutamos tanto nesses quatro anos para sobreviver nas fábricas. Quando vi a polícia dentro do pátio, achei que era um pesadelo e iria acordar", disse um operador de máquina da Cipla.

 Segundo o documento baseado em mentiras e calúnias infundadas feitas pelo Sindicato dos Plásticos de Joinville, "poder-se-á notar que o custo social da manutenção desses mil postos de trabalho é excessivamente alto. A partir daí, é possível até se sustentar que o custo para a sociedade é desproporcional ao benefício social gerado". (...)

"será que a manutenção do Grupo Cipla, gera, de fato, o bem à sociedade? Será que sua existência não estaria mais para um mal do que para um bem social?"

Como entender que o custo social gerado pela manutenção da fábrica é maior que o benefício gerado à mil famílias dependentes desses empregos? As dívidas cobradas são de responsabilidade dos patrões e dos governos e não dos trabalhadores que ocuparam as fábricas para garantir os empregos e direitos.

 

CAMPANHA DE SOLIDARIEDADE

 

Os trabalhadores não são bandidos e exigem a retirada da polícia federal e militar e do interventor judicial do parque fabril. Assim como a reintegração dos demitidos e dos poderes administrativos aos membros da Comissão de Fábrica eleita.

Uma campanha em solidariedade à luta das Fábricas Ocupadas está sendo feita por vários Sindicatos, federações e lideranças sociais nacionais e internacionais. Moções pedem a solidariedade e o apoio a todas as organizações sociais operárias da cidade e do campo para essa luta!
 

Joinville, 31 de maio de 2007.

Veja também o Blog da Flaskô

Carta Aberta à População

Abaixo, modelo de Moção Para:

 

Dr. Tarso Genro
Ministro de Estado da Justiça do Brasil
Esplanada dos Ministérios – Bloco T – Edifício Sede
CEP 70064-900 – Brasília – DF  
Fax : (61) 3322-6817 E-mail: gabinetemj@mj.gov.br

Luiz Marinho
Ministro de Estado da Previdência do Brasil
Esplanada dos Ministérios – Bloco F
CEP 70059-900 – Brasília – DF  
E-Mail: gm.mps@previdencia.gov.br

 

Carlos Lupi
Ministro de Estado do Trabalho e Emprego
Esplanada dos Ministérios – Bloco F
CEP 70059-900 – Brasília – DF  
E-Mail: gm@mte.gov.br

 

Dr. Oziel  Francisco de Souza
Juiz Federal da Vara de Execuções Fiscais de Joinville
Rua do Príncipe, 123 – Centro
89201-001 – Joinville – SC
E-Mail: SCJOIEF01@jfsc.gov.br

 

Rainoldo Uessler
Interventor da Cipla
Rua São Paulo, 1600 – Bucarein
89202-200 – Joinville – SC

 


 

Assunto: intervenção judicial a pedido do INSS e executada pela Polícia Federal na Cipla/Interfibra para garantir o seu fechamento e o fim de mais de mil postos de trabalho.

 

Prezados Senhores:

Vimos através do presente expediente até Vossas Excelências, para externar nossa preocupação com a intervenção judicial nas empresas Cipla e Interfibra, que desde 1º de novembro de 2002 se encontram sob o controle e administração dos seus próprios trabalhadores.

 

Ainda mais preocupante é o fato do cumprimento da decisão judicial ter sido sustentada por um aparato policial federal de mais de 150 homens, e em intervenção pedida em processo movido pelo INSS.

 

Solicitamos imediatas providências desses três Ministérios, para que seja retirada a Polícia Federal da fábrica e suspensa a intervenção judicial, com o retorno da legítima direção da empresa eleita pelos trabalhadores.

 

Aguardamos que o bom senso prevaleça.

 

Atenciosamente,

 
Pedro Santinho
Coordenador Conselho de Fábrica
Flaskô Sob o Controle dos Trabalhadores

sábado, junho 2

NOVO - Ato contra a intervenção da Cipla

 
 

Newsletter Mandato Construindo Juntos


01/6/2007 - CIPLA

Ato contra a intervenção da Cipla

Na próxima segunda-feira (4/6), os trabalhadores da Cipla e Interfibra vão fazer mais um ato em frente à fábrica da Cipla. Desta vez a reivindicação é contra a intervenção do parque fabril feita na quinta-feira (31/05) pela Polícia Federal e Justiça Federal.

O que: Ato contra a intervenção
Quando: 4/6 (segunda-feira)
Onde: Em frente à Fábrica da Cipla (Rua: São Paulo, 1600)
Horário: 13 horas


Mais notícias no site www.adilsonmariano.com.br


 

Newsletter do Mandato Construindo Juntos

Jornalista Responsável:
Ana Paula Fanton (Acadêmico)
anapaula@cvj.sc.gov.br

vereador Adilson Mariano - PT
a.mariano@cvj.sc.gov.br
Av.
Hermann August Lepper, 1100 - Saguaçu - Cep 89221-005 - Joinville/SC

Esta mensagem é enviada com a complacência da nova
legislação sobre correio eletrônico,
Seção 301, Parágrafo (a) (2) (c) Decreto S.1618, Título 3º aprovado pelo
"105º Congresso Base das Normativas Internacionais sobre o SPAM".
 Este E-mail não poderá ser considerado SPAM
quando inclua uma forma de ser removido.

Se você não tiver mais intenção de receber o informativo
do mandato Construindo Juntos, 
remeta um e-mail com a palavra REMOVER no assunto ou clique aqui

 

sexta-feira, junho 1

A luta continua na Cipla e Interfibra! A Flaskô continua sob controle dos trabalhadores!

Um dia após a invasão da Polícia Federal na Cipla e Interfibra, cerca de 200 trabalhadores se manifestaram num ato público promovido na entrada da Flaskô, em solidariedade aos companheiros de Joinville/SC – que perderam o controle da fábrica para um interventor federal a mando dos antigos patrões, após decisão favorável da justiça a uma ação movida pelo INSS. Participaram moradores da Vila Operária e Popular, do Parque Bandeirantes, uma delegação de militantes da Esquerda Marxista do PT da cidade de São Paulo, Caieiras, uma delegação de trabalhadores da fábrica Ellen Metal (que estão para fora da empresa devido a uma ação de reintegração de posse que beneficia o patrão-caloteiro),ex-trabalhadores da Flakepet, Sindicato dos Químicos de Campinas, Sindicato dos Metalúrgicos de Campinas, Sindicato dos Sapateiros de Franca, assessor do Deputado Zaratini (PT), um assessor do Prefeito Bacchin (PT) de Sumaré, militantes do Movimento Negro Socialista e professores de SP. Também houve um ato público na frente da Cipla, com várias representações.
Na Cipla e Interfibra, o interventor já demitiu cerca de 50 trabalhadores, a começar por todos os membros do Conselho de Fábrica eleitos em assembléia. Mesmo assim, os companheiros conseguiram orientar os funcionários a voltar a trabalhar, para não perderem o emprego e para manterem o funcionamento da firma. Enquanto isso, assessores do Ministério da Previdência, Justiça e Trabalho se reúnem nesta sexta-feira (dia 01 de junho) e informarão suas decisões aos representantes legítimos dos trabalhadores. Uma campanha de moções segue pelo Brasil e mundo afora, para pressioná-los a retirar a PF da Cipla e a devolver a fábrica para os trabalhadores.
O Conselho de Fábrica também convoca para segunda-feira, dia 04 de junho, uma assembléia na porta da Cipla. Apesar da Flaskô também estar sob intervenção judicial, ainda não foi

tomada por força policial e, por isso, permanece sob controle dos trabalhadores. Assim, a orientação é manter a fábrica funcionando e ajudando com toda nossa energia a retomada da Cipla para as mãos daqueles que realmente produzem e necessitam da empresa para manterem seus postos de trabalho e salários. Os patrões tiveram 20 anos para conduzir as empresas, mas as levaram para o fundo do poço e são eles que devem pagar pelas dívidas com os trabalhadores, órgãos públicos e fornecedores. Se as fábricas ainda estão de pé, é devido ao suor e à luta dos trabalhadores.

quinta-feira, maio 31

Nota 2: Urgente Polícia Federal Invade Fábrica Ocupada

A toda classe operária e camponesa,

1.Precisamos urgentemente falar com o Ministro Tarso Genro. Não aceitaremos que fecham a Cipla e a Flaskô. A disposição de todos é ir as últimas conseguencias contra todas as ameaças e para isso contamos com o apoio dos movimentos democrativos, do movimento operário e de todas aqueles que defende a luta dos trabalhadores por seus empregos e direito.
2. Amanha dia 01/06 as 8horas da manha faremos uma grande assembléia geral em frente a Cipla.
Endereço: Av Getúlio Vargas, 1619 Joinville - Santa Catarina
Pedimos a todos que puderem que organizem delegações, representações ou mesmo encaminhem moções ao Ministro e carta de apoio aos trabalhadores.
3. Os trabalhadores da Flaskô farão no mesmo momento um grande ato na fábrica em Sumaré
Rua 26, nº 300 Parque Bandeirantes - Súmaré - São Paulo
Contamos com o apoio de todos para divulgar a questão, para participar.
NÓS RESISTIMOS A QUALQUER ATAQUE!
MANTERMOS A FÁBRICA ABERTA E SOB O CONTROLE DOS TRABALHADORES

Pedro Santinho
Coordenador Administrativo
Conselho de Fábrica da Flaskô
Estatização sob o controle dos trabalhadores!
19-3864-1106 - 19-9233-1391


www.flasko.blogspot.com




A todos os trabalhadores, sindicatos, organizações populares e democráticas, a todos os cidadãos:

Vejam a noticia embaixo e enviem urgentemente mensagens e moções ao Ministério da Justiça (sugestão de texto abaixo)

Sr. Ministro Tarso Genro


Cesse imediatamente a perseguição aos trabalhadores e a comissão de fábrica da CIPLA.
Ordene que a Polícia Federal desocupe a fábrica e permita a entrada da comissão de fábrica sem ameaças de prisão, que permita que os trabalhadores se reunam em assembléia e decidam livremente.
A Polícia Federal deve ser dirigida contra os corruptos e traficantes e não contra os trabalhadores.


Saudações.....


Fax : (61) 3322-6817 E-mail: gabinetemj@mj .gov.br



31/05/07: POLÍCIA FEDERAL INVADE FÁBRICA OCUPADA CIPLA
Os trabalhadores da fábrica ocupada Cipla foram surpreendidos esta manhâ por 150 homens, fortemente armados, da Policia Federal que invadiram a fábrica para prender os dirigentes da comissão.
Após quase cinco anos lutando para salvar os empregos e os direitos, lutando para que o governo federal estatize as fábricas como própos a comissão do BNDES e os trabalhadores ameaçados pela polícia federal, ameaçado nos seus empregos.
Neste momentos os trabalhadores estão organizados e mobilizados para realizar assembléias na Flaskô em Sumaré e na Cipla.
Neste mesmo momento os trabalhadores da Flaskô, em Sumaré (São Paulo) está se mobilizando em apoio aos companheiros da Cipla e mais do que isso organizados para resisitir contra qualquer ameaça em Sumaré.
Os trabalhadores pedem que imediatamente sejam enviadas cartas, moções, sejam feitas ligações telefones, e que todos se dirigem a sede das empresas em apoio a luta dos trabalhadores contra qualquer ameaça do governo federal, da justiça ou dos antigos patrões.
Serge Goulart
Coordenador dos Conselhos das Fábricas Ocupadas
48 - 9963 02 95
Pedro Santinho
Coordenador do Conselho da Flaskô
19-9233-1391
Fernando Gomes Martins
Coordenador Suplente do Conselho da Flaskô
19 - 8164 19 71
Evandro
Coordenador do Conselho da Interfibra
47- 9923 86 68
Fábrica Ocupada Flaskô
19 - 3864 11 06
19 - 3864 13 29
19 - 3864 02 00
Fábrica Ocupada Cipla
47 - 3026 90 00
Fábrica Ocupada Interfibra
47 - 3473 70 77

Fw: Urgente Urgente Polícia Federal Invade Fábrica Ocupadazanini.debora@gmail.com

 
 
 
31/05/07: POLÍCIA FEDERAL INVADE FÁBRICA OCUPADA CIPLA
 
Os trabalhadores da fábrica ocupada Cipla foram surpreendidos esta manhâ por 150 homens, fortemente armados, da Policia Federal que invadiram a fábrica para prender os dirigentes da comissão.
Após quase cinco anos lutando para salvar os empregos e os direitos, lutando para que o governo federal estatize as fábricas como própos a comissão do BNDES e os trabalhadores ameaçados pela polícia federal, ameaçado nos seus empregos.
Neste momentos os trabalhadores estão organizados e mobilizados para realizar assembléias na Flaskô em Sumaré e na Cipla.
Neste mesmo momento os trabalhadores da Flaskô, em Sumaré (São Paulo) está se mobilizando em apoio aos companheiros da Cipla e mais do que isso organizados para resisitir contra qualquer ameaça em Sumaré.
Os trabalhadores pedem que imediatamente sejam enviadas cartas, moções, sejam feitas ligações telefones, e que todos se dirigem a sede das empresas em apoio a luta dos trabalhadores contra qualquer ameaça do governo federal, da justiça ou dos antigos patrões.
 
Contatos:
Pedro Santinho
Coordenador do Conselho da Flaskô
19-9233-1391
 
 

Fw: Urgente Urgente Polícia Federal Invade Fábrica Ocupadazanini.debora@gmail.com

 
 
31/05/07: POLÍCIA FEDERAL INVADE FÁBRICA OCUPADA CIPLA
 
Os trabalhadores da fábrica ocupada Cipla foram surpreendidos esta manhâ por 150 homens, fortemente armados, da Policia Federal que invadiram a fábrica para prender os dirigentes da comissão.
Após quase cinco anos lutando para salvar os empregos e os direitos, lutando para que o governo federal estatize as fábricas como própos a comissão do BNDES e os trabalhadores ameaçados pela polícia federal, ameaçado nos seus empregos.
Neste momentos os trabalhadores estão organizados e mobilizados para realizar assembléias na Flaskô em Sumaré e na Cipla.
Neste mesmo momento os trabalhadores da Flaskô, em Sumaré (São Paulo) está se mobilizando em apoio aos companheiros da Cipla e mais do que isso organizados para resisitir contra qualquer ameaça em Sumaré.
Os trabalhadores pedem que imediatamente sejam enviadas cartas, moções, sejam feitas ligações telefones, e que todos se dirigem a sede das empresas em apoio a luta dos trabalhadores contra qualquer ameaça do governo federal, da justiça ou dos antigos patrões.
 
Contatos:
Pedro Santinho
Coordenador do Conselho da Flaskô
19-9233-1391
 
 

domingo, maio 27

RETRATOS DO BRASIL...

 
[zope1u.jpg]
 

Frente Revolucionário de Trabalhadores de Empresas em Cogestão e Ocupadas apoiam à NÃO renovação de concessão a RCTV

Frente Revolucionário de Trabalhadores de Empresas em Cogestão e Ocupadas apoiam à NÃO renovação de concessão a RCTV
 
As Empresas adscritas a FRETECO levou a cabo na reunião de assembleia de coordenação ordinária fixar posição em torno do fim da concessão a RCTV e a medida de não renovação por parte do Estado venezuelano. Na qual nos manifestámos em apoio à decisão do Estado de não renovar a concessão de uso do espectro radioelétrico à televisora privada do Grupo 1BC, RCTV, devido a que esta televisora não garante ao povo venezuelano o direito constitucional e fundamental de informação veraz e oportuna para promover a formação e a educação as crianças e adolescentes.
O Governo Nacional tomou uma sábia decisão de protecção dos direitos colectivos porque o espectro radioeléctrico é um bem de domínio público. Não há causas pelas quais o Estado venezuelano tenha a obrigação de lhe renovar a concessão a RCTV. É um contrato que já terminou e a RCTV não cumpriu flagrantemente com os preceitos constitucionais transmitindo a informação que só convém a certas empresas privadas que atendem exclusivamente a interesses capitalistas.
A RCTV é um instrumento da contrarrevolução na Venezuela, participa e organizador diretamente no golpe de estado de 2002 e que continuou não informando, senão sendo um agente direto da contrarrevolução na Venezuela. Um governo revolucionário tem o direito e a obrigação de defender-se de toda ameaça interna e externa. Por tudo isso é legítima a não renovação da licença.
A FRETECO faz um chamado ao conjunto dos trabalhadores e ao povo a aprofundar a revolução através da nacionalizaçaõ e o controle por parte do povo dos meios de comunicação dentro do processo geral de estatização das riqueza da nação e que seguem em mãos da oligarquía e o imperialismo e são um de seus principais meios de dominção e de ameaça à construção do socialismo em Venezuela.
 

IBGE DIZ QUE AQUECIMENTO ECONÔMICO NÃO CONSEGUE DIMINUIR DESEMPREGO

 

 

IBGE DIZ QUE AQUECIMENTO ECONÔMICO NÃO CONSEGUE DIMINUIR DESEMPREGO

 

 

Após três altas consecutivas, a taxa de desemprego ficou estável em 10,1% nas seis regiões metropolitanas do País em abril, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), que pesquisa dados em Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. Na comparação com o mês de abril do ano passado (10,4%), a taxa foi 0,3% menor. As melhorias anunciadas no cenário econômico não se refletiram no mercado de trabalho, que fechou 68 mil postos de trabalho, quando a expectativa era de abertura de vagas. O número de desempregados no total das seis regiões atingiu 2,313 milhões. A taxa de desemprego se manteve em dois dígitos, segundo o IBGE, pela manutenção da procura por emprego na região metropolitana de São Paulo. O desemprego em São Paulo cresceu 0,6%. Um dos principais destaques negativos ficou com a indústria paulista, que cortou 16 mil vagas. A indústria mais importante do País já vê um decréscimo de importância no mercado de trabalho. Ela apresenta queda de participação na população ocupada de São Paulo de um ponto percentual entre abril de 2003 e abril de 2006. O gerente da Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE, Cimar Azeredo, classifica o desempenho do mercado de trabalho em abril como "frustrante" e "frio". "Tínhamos uma expectativa com o PAC e com a taxa de juros em queda. Esperávamos que isso pudesse fazer com que a economia tivesse reflexo no mercado de trabalho. O cenário econômico não está suficientemente aquecido para gerar postos de trabalho", afirmou. Por outro lado, o mercado deu continuidade ao movimento de melhora qualitativa, com aumento da formalização. O contingente de trabalhadores com carteira assinada no setor privado mostrou estabilidade em relação a março e alta de 3,9% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Em um ano, este crescimento representa um acréscimo de 325 mil trabalhadores registrados.

Comissão de Assuntos Sociais de AN (Assembléia Nacional) solicitará expropiação de Sanitários Maracay

Comissão de Assuntos Sociais de AN (Assembléia Nacional) solicitará expropiação de Sanitários Maracay
Escrito por Aporrea.org, domingo, 27 de maio de 2007
 
A Comissão Permanente de Assuntos Sociais da Assembléia Nacional enviará uma exortação ao presidente da República Hugo Chávez, a fim de que decrete a expropiação de Sanitários Maracay e a conceda a seus ex-trabalhadores. Tal informação foi confirmada por Richard Gallardo, coordenador nacional da União Nacional de Trabalhadores (UNT - Aragua), que afirmou que a medida foi tomada depois de uma reunião sustentada com membros desta comissão presidida pelo deputado Oscar Figuera, na última quarta-feira, que lhes garantiu que, para a próxima semana, será enviada uma comunicação ao despacho do primeiro mandatário nacional, na qual se solicitará que seja aplicada a expropiação dos activos desta empresa, que foi declarada em bancarrota há mais de seis meses, deixando sem emprego mais de 800 operários.
Afirmou-se também que esta solicitação de expropiação será remetida ao Ministério do Poder Popular para as Indústrias Ligeiras e Comércio MILCO, a fim de que esta carteira do Executivo interceda no cumprimento da petição. Gallardo considerou exitoso este encontro sustentado com os parlamentares, pelo que desestimó qualquer probabilidade de novos protestos ou movimentos de rua nos dias seguintes.
 
Com texto do O Aragueño Digital.

Uma imagem que vale por mil palavras...


 

__________________________________________________
Fale com seus amigos de graça com o novo Yahoo! Messenger
http://br.messenger.yahoo.com/

quinta-feira, maio 24

O DIA 23 DE MAIO FOI MESMO VERMELHO PARA OS TRABALHADORES(AS) DA FLASKÔ. DAS 5 DA MANHÃ ÀS 14 DA TARDE, COM MUITA LUTA!

Nós trabalhadores(as) da Fábrica Ocupada Flaskô, começamos nossa jornada de luta logo pela manhã, 5 horas. Organizamos conjuntamente com diversos sindicatos, entidades, estudantes, juvens, desempregados e trabalhadores(as) do campo, paralizações em vários locais ao mesmo tempo e então nos dividimos. Alguns fizeram piquetes nas escolas, outros nas fábricas, os motoristas de ônibus pararam frotas inteiras, universidades entraram de greve, parlamentares populares juntaram-se nos piquetes, houve também paralizações nas rodovias.
Nós fomos a portaria da munltinacional Honda, junto com o sindicato dos metalúrgicos e propomos uma paralização de um dia na produção da empresa, aderindo a grande jornada de lutas contra as reformas do Governo Federal. A proposta de paralização foi aceita com entusiasmo, em seguida decidimos fazer uma marcha fechando uma estrada que liga a cidade de Hortolândia a cidade de Paulínia, uma estrada muito utilizada pela Replan, uma empresa da Petrobrás. Foi um sucesso, pena que não podemos paralizar a rodovia mais importante do interior do estado de São Paulo, a Anhaguera. Foi por pouco, todos(as) gritavam: "vamos fechar a Anhaguera". Mas os policiais presentes impediram.
Após essa bonita marcha, decidimos ir ao centro de Campinas-SP ocupar o prédio da Previdência Social, como fez a Cipla em Joinville-SC, reivindicando a suspenção de todas as ameaças em cima das Fábricas Ocupadas. Mal entramos no saguão, já fomos atendidos pela Coordenadoria e Procuradoria do INSS. Estavam também se manifestando na Previdência, companheiros que lutam pelos trabalhadores(as) que sofrem com doenças de trabalho e que em seguida fizemos juntos uma ação simbólica, todos(as) de mãos dadas, falando palavras de ordem repudiando os maus tratos que o Governo Federal está dando aos contribuintes da Previdência.
Logo em seguida fizemos uma marcha pelas ruas do centro de Campinas-SP, rumo ao Ato Público Contra as Reformas do Governo Federal, em frente a prefeitura, onde se concentravam vários Movimentos de Luta, Centrais Sindicais, Movimentos Estudantis, Desempregados, Parlamentares Populares, Servidores Públicos, Trabalhadores do Campo e da cidade se uniram contra a política de reformas que o Governo Lula quer enfiar quela abaixo do povo brasileiro.
Vamos fazer uma paralização geral no país, nunca que vamos aceitar que algum direito seja retirado, pelo contrario vamos ampliar os direitos da classe trabalhadora.


Veja uma pequena galeria de fotos abaixo, veja também o site das Fábricas Ocupadas e saiba como foi a o Maio Vermelho da Cipla e Interfibra.

Foto: A produção dos carros Honda Civic e Fit, param por um dia, conforme decisão dos trabalhadores(as) da multinacional Honda em conjunto com os trabalhadores(as) da Fábrica Ocupada Flaskô.

Foto: Trabalhadores(as) gritavam que queriam parar a rodovia mais importante que cruza o interior do estado de São Paulo, a Anhaguera. Mas os policiais impediam. A estrada que estava acontecendo a passeata, cruza a rodovia Anhaguera, era só mudar de pista.

Foto: "Cerca de Mil e Quenhentos Trabalhadores(as), quem segura?"

Foto: Grande passeata na estrada que liga a cidade de Hortolândia-SP a cidade de Paulínia-SP, em frente a multinacional Honda. "Cerca de mil e quinhentos Trabalhadores(as), mesmo em baixo de chuva, fazem uma histórica paralização".

Foto: Chegada dos Trabalhadores(as) da Flaskô ao Ato Público em frente a prefeitura de Campinas-SP. "Nem a chuva segura a mobilização do povo nas ruas nesse dia".

Foto: Ação simbólica em frente ao prédio da Previdência Social de Campinas-SP. Todos(as) de mãos dadas e falavam palavras de ordem que repudiavam o mal tratamento que trabalhadores contribuintes do INSS sofrem.
"Nós pagamos a Previdência vida toda e quando precisamos, cadê?"

Foto: Trabalhadores(as) da Flaskô Ocupam saguão da Previdência Social de Campinas-SP e são recebidos imediatamente pela Coodenadoria e Procuradoria. E contam com participação de um Movimento que luta pelos Trabalhadores com doença de trabalho.

Foto: Manifestação em frente a prefeitura de Campinas-SP
Diversas categorias sindicais, Movimentos Estudantis, Servidores Públicos, Movimentos Negros, Juventude, Aposentados, Pencionistas, Parlamentares Populares, MST, Sem Teto, Fábricas Ocupadas e Desempregados.
Todos(as) nas ruas!

Foto: Passeata da Previdência Social até o
Ato Público em frente a prefeitura de Campinas-SP

terça-feira, maio 22

ATO MTD Fábricas Ocupadas

 

segunda-feira, maio 21

Trabalhadores e trabalhadoras da Sel-Fex clamam atenção governamental

Trabalhadores e trabalhadoras da Sel-Fex clamam atenção governamental

São 17 meses ocupando a fábrica sem cobrar e sem produzir e o governo não lhes dá solução.

 

Escrito por Vive

segunda-feira, 21 de maio de 2007

 

 

São 17 meses que estão vigilantes em resguardo da empresa, mas a resistência se viu vulnerada desde que as instalações foram perpetradas por um grupo de trabalhadores sob o pretexto da invasão; fazem um chamado às instâncias governamentais a apressar-se na solução de sua problemática.

Trabalhadoras e trabalhadores de fabrica de roupa íntima, trajes de banho e roupa esportiva em general, Sel-Fex, clamam às instâncias governamentais apressar-se na solução de sua problemática, pois já são 17 meses que estão vigilantes em resguardo da empresa.

"A experiência que vivemos aqui foi muito triste, a maioria de nos ficamos aqui, aguardando a empresa desde que os empresários a abandonaram em 2005", afirmou perturbada Doura García, uma das trabalhadoras afetadas.

Enquanto Glória Yépez, outra das trabalhadoras indicou, "fomos a todas as instâncias e o que fazemos é encher papéis e papéis e não obtivemos nenhuma solução". Os trabalhadores e as trabalhadoras da Sel-Fex têm na empresa uma trajetória trabalhista que ultrapassa 40 anos de serviço.

Depois de que a empresa fora declarada falida em janeiro de 2006, e de que o Tribunal Trabalhista tomasse a medida cautelar de resguardo de bens moveis e imóveis, os trabalhadores e as trabalhadoras se têm revezado esperando que o Estado se pronuncie diante deste caso.

Mas a resistência viu-se vulnerada desde que as instalações foram perpetradas de madrugada da passada quarta-feira 09 de maio, por um grupo de trabalhadores excusados com seus filhos sob o pretexto da invasão; no entanto, não era asilo o que queriam, pois violaram a caixa forte da empresa tomando os documentos legais que se encontravam nesta; bem como também destroçaram suas instalações, escritórios, oficinas e depósitos.

"Foi um roubo para prejudicar a todos os que estamos aqui trabalhando, cuidando da empresa que é praticamente nossa porque nós temos lutado bastante para manter isto aqui como está", afirmou indignada Glória.

Segundo Elpidio Vermelhas, Secretário de Finanças do Sindicato Único de Trabalhadores Têxteis (Sutratex), suas suspeitas em relação ao sinistro apontam os próprios donos de fabrica que  teriam tomado estas ações "para quebrar a luta dos trabalhadores".

Assim fazem um chamado ao Ministério do Poder Popular para o Trabalho, ao Tribunal Supremo de Justiça e à Assembléia Nacional para que agilizem os tramites pertinentes em relação à fabrica, "já são 17 meses sem receber nem um salário", reiterou Glória Yépez.

Tropa de Choque pode ir hoje à Reitoria da USP

 
Um policial militar ja declarou a impressa que 3 batalhoes estao preparados. Suplicy tenta adiar até amanhã.

Veja abaixo comunicado de agora dos estudantes na reitoria
                            Blog da ocupação
                            http://ocupacaousp.blog.terra.com.br/
Comunicado a Sociedade

São Paulo, 21 de maio de 2007

Os estudantes da USP que ocupam a reitoria desde o dia 03/05, reunidos em plenária, decidiram vir a público prestar esclarecimentos com relação às informações veiculadas na imprensa sobre o movimento, assim como nossas resoluções sobre as reuniões propostas pela reitoria e a Polícia Militar.
Nosso movimento defende a educação pública contra os ataques do governador José Serra e a conivência das reitorias das Universidades Estaduais paulistas. É por isso que somos contra os decretos assinados pelo governador no início deste ano, que ferem não somente a autonomia de gestão financeira, mas principalmente comprometem o caráter reflexivo e crítico que deve caracterizar ensino, pesquisa e extensão, na medida em que privilegiam as "pesquisas operacionais" - aquelas que favorecem o lucro privado em detrimento dos interesses da maioria da população. Exemplo claro disto é a alocação da FAPESP na Secretaria de Desenvolvimento, separada das Universidades. Reiteramos que estes decretos vieram agravar o processo de sucateamento da educação pública, já manifestado nos vetos ao aumento de verbas para as Universidades. Ocupamos a reitoria em protesto contra seu silêncio e omissão, para sermos escutados e abrirmos o debate com a sociedade.
Fomos acusados de "vândalos" e "violentos" por termos danificado uma porta. Violentos não seriam os governos que impedem a maioria da população de ter acesso à Universidade Pública, que é elitista e racista por responsabilidade dos mesmos que hoje nos criminalizam? Violentos não seriam os que têm punido juridicamente manifestações políticas, como esta ocupação? Violentos não seriam os que destroem a educação pública e reprimem os que querem defendê-la? Violenta não seria a polícia que reprime, dia a dia, a população pobre, negra, os trabalhadores e os movimentos sociais? Frente a toda essa violência, uma porta não é nada.
José Serra nos chamou de "mentirosos e desinformados" e declarou que a autonomia não foi ferida. É um ataque lamentável, como os que ele mesmo desfere contra o ensino público e que devem ser repudiados pela população. A respeito da gestão das verbas da Universidade, Pinotti em entrevista à Folha de S. Paulo declarou: "Suponha que haja um remanejamento maluco. Cabe ao governador dizer não." Isso fere claramente a autonomia, pois deixa a critério do governo o que é "maluco". E sabemos que "maluco" para eles é investir na Universidade Pública, gratuita e de qualidade.
É falsa a afirmação de que somos contra a transparência das contas da Universidade. Defendemos a publicização de toda a movimentação financeira interna da Universidade, o que também deve incluir as contas das fundações de direito privado, que usurpam o dinheiro e a estrutura da Universidade Pública para beneficiar um punhado de grandes empresas privadas e a burocracia acadêmica. Porém, a mera prestação de contas é insuficiente. A USP já disponibiliza os dados de seus gastos para a toda a população na internet. O Siafem (Sistema Estadual de Controle e Registro de Gastos), ao contrário, não é aberto ao público (é necessária uma senha para acessá-lo, disponível apenas para o Judiciário e o Legislativo). O argumento da transparência é falso, trata-se de uma centralização das decisões e informações. O mesmo governo que se declara a favor da transparência não publicou a previsão e a arrecadação do ICMS dos meses de março e abril, argumento dado para a não definição do reajuste salarial dos servidores. E mais, queremos que o destino das verbas seja definido não somente por uma minoria de professores, como é hoje, mas democraticamente, pela comunidade universitária em diálogo com a população, para que não esteja de acordo somente com os interesses de uma minoria.
Combatemos a concepção que trata como "privilégios" direitos sociais inalienáveis, como educação, saúde e previdência. O resultado deste processo é que direitos sociais que deveriam ser garantidos para todos são transformados em mercadoria que só alguns podem adquirir. É por isso que dizemos à população que o discurso do governo "contra o elitismo da Universidade" é oportunista. Não somos nem "privilegiados" nem "corporativistas". Defendemos a universidade dos ataques que vem sofrendo e lutamos para transformá-la, para que seja de fato pública, tanto em seu acesso e permanência à população que mais necessita, quanto no caráter do conhecimento nela produzido. É por isso que chamamos a sociedade para lutarmos juntos pela real democratização das Universidades Públicas.

Estão agendadas duas reuniões para hoje (21/05/2007): uma com a reitoria e outra chamada pelo Comandante da Tropa de Choque da Polícia Militar. Frente a isso, declaramos que:

1 – Apoiados por professores, pela Assembléia de estudantes e de funcionários da USP, dentre outros segmentos da sociedade civil, diversas Universidades e movimentos sociais reiteramos nosso repúdio a qualquer punição, seja ela de caráter administrativo ou judicial, contra qualquer integrante do movimento de ocupação da reitoria da USP, sobre o qual recaia qualquer implicação processual em razão deste movimento político.

2 – Com relação à reunião com a PM: o que está sendo proposto não se trata de uma negociação. A única negociação possível é com a reitoria. Defendemos a autonomia da Universidade e negociar com a PM seria um ataque a esta autonomia que estamos defendendo. Por isso, não participaremos da reunião e mandaremos apenas representantes jurídicos para entregar oficialmente este comunicado e defender nosso movimento e nossas reivindicações. É importante lembrar que reintegrações de posse com uso de força policial não ocorrem na USP desde os obscuros anos da ditadura militar, quando centenas de pessoas foram presas e torturadas por lutar pela democracia na Universidade e no país. Não vamos compactuar com uma intervenção que reinstitui práticas ditatoriais e, se houver uso da força policial, resistiremos.

3 – Com relação à negociação com a reitoria e nossa pauta: sempre estivemos abertos à negociação, por isso aceitamos a reunião proposta para hoje, às 8h30. Esperamos que a reitoria avance no atendimento às nossas reivindicações, que não são somente moradia e autonomia como a imprensa tem veiculado. Temos uma pauta com 17 pontos, que segue em anexo. Esperamos que a reitoria avance com relação à proposta do dia 08/05, já rejeitada em Assembléia Geral do Estudantes da USP, que contou com mais de 2000 estudantes. Como nossas decisões são feitas democraticamente em fóruns de participação direta, a avaliação do resultado desta reunião será feita na próxima Assembléia Geral dos Estudantes da USP, a se realizar no dia 22 de maio, às 18h, em frente à reitoria.

4 – Chamamos toda a população a participar das nossas atividades, pois nossa luta é em defesa da educação pública. Haverá um ato público no dia de hoje, às 14h, em frente à reitoria, contra a repressão policial e em defesa da educação pública, para o qual chamamos todos os trabalhadores, estudantes, intelectuais, parlamentares, sindicatos, organizações políticas e movimentos sociais, para defendermos a legitimidade da nossa luta. Será realizada no dia 22/05 a Assembléia Geral dos Estudantes da USP. E no dia 23/05, quando nossa greve se fortalecerá com a entrada de outros setores das universidades, nos somaremos ao Dia Nacional de Lutas em defesa dos direitos sociais, com um ato no MASP (Av. Paulista), às 14h.

Contamos com o apoio dos que se o opõem à repressão e defendem uma educação pública, gratuita e de qualidade para todos.


Para cancelar sua assinatura nesta lista mande um email em branco para agp-brasil-unsubscribe@lists.riseup.net
Para acessar o arquivo de mensagens desta lista e configurar suas opções acesse http://lists.riseup.net/www/info/agp-brasil


cancelar assinatura - página do grupo

domingo, maio 20

Alerta a Serra e a Reitoria da USP

Alerta ao governo do Estado e a Reitoria da Universidade de São Paulo
Desde o dia 03 de Maio, estudantes ocupam a reitoria da USP e agora se encontram em greve. Neste momento, a reitoria e o governo preparam a reintegração mediante uso da força policial.
A ocupação da reitoria da USP representa a indignação dos estudantes das estaduais paulistas com a política do governador José Serra, além de tratar-se de um movimento legítimo e não de uma atividade criminosa, por isso conta com todo nosso respaldo e apoio.
Por isso, nós estudantes da UNESP/FATEC queremos deixar bem claro: se houver qualquer forma de repressão a qualquer estudante, funcionário ou professor haverá um levante em todo estado com onda de ocupações e barricadas.
Abaixo os decretos de José Serra!
CEEUF – Conselho de Entidades Estudantis da Unesp/Fatec, Ourinhos 19 de Maio
 
 
REPASSAR!

quinta-feira, maio 17

Nota à imprensa - Urgente urgentissimo.

 
NOTA À IMPRENSA
 
Repressão policial ameaça desocupação de fábrica em Caieiras
118 trabalhadores da Ellen Metalúrgica e Cromeação LTDA, localizada em Caieiras (SP), ocuparam a fábrica em 02/02 para defender seus postos de trabalho e direitos trabalhistas. Há 10 dias, os operários ligaram as máquinas e retomaram a produção. Entretanto, a Justiça do Trabalho de Caieiras determinou agora há pouco a reintegração de posse da fábrica e deu um prazo de duas horas (até 16 horas) para que os operários deixem as instalações. Determinou, ainda, que a Polícia Militar garanta a operação.
 
Resistência: Após a Audiência na Justiça do Trabalho, os 118 trabalhadores se reuniram em assembléia na porta da fábrica e decidiram que vão resistir à desocupação e não vão ceder às ordens de despejo da Polícia Militar. Eles prometem que vão manter a ocupação para garantir todos os empregos.
 
Entenda a situação:
A Ellen é uma empresa metalúrgica que produz materiais de autopeças (divisão automotiva) e peças para filtros de água, bebedouros e torneiras (divisão de água). Está instalada na cidade de Caieiras (região metropolitana de São Paulo) há décadas e chegou a ser um exemplo de produtividade.
Mas, desde 2004, os proprietários começaram a liquidar com o patrimônio da empresa. Deixaram de depositar o FGTS e INSS, apropriam-se indevidamente do Imposto de Renda descontado da folha de pagamento e não pagam corretamente os salários dos funcionários.
No dia 26/01 de 2007, os patrões dispensaram todos os trabalhadores do setor de água, apenas informando para que voltassem a trabalhar quando fosse depositado o salário na conta bancária. Uma semana antes, a empresa concedeu férias coletivas a todos os 40 trabalhadores do setor de autopeças, sem ao menos entregar o aviso oficial. Há três meses os trabalhadores não recebem os salários e o 13º também ainda não foi pago.
A empresa justificava a dispensa dos trabalhadores, o não pagamento dos salários e não recolhimento dos encargos trabalhistas com o argumento de que a fábrica passa por dificuldades financeiras e que novos investidores iriam assumir as fábricas.
Entretanto, não há qualquer relação de confiança entre os trabalhadores e a direção da empresa e os novos investidores, conforme descrito na carta direcionada ao Presidente Lula pelos operários da ELLEN.
Há 10 dias, os trabalhadores retomaram a produção e o ex-patrão entrou na Justiça para obter a reintegração de posse.
 
Ellen Metalúrgica e Cromeação Ltda
Rua Danilo Valbuza, 237 – Laranjeiras – Caieiras
Fone para contato: 9424-9525 (José Carlos Miranda)
(11) 9475-4069 (Shaolin)
 

__________________________________________________
Fale com seus amigos de graça com o novo Yahoo! Messenger
http://br.messenger.yahoo.com/

Informe de greve Unicamp e USP

Pequeno informe sobre Unicamp,
por Daniel Felipe; (abaixo segue da USP, o que saiu na mídia)

Os alunos da Unicamp entraram em greve numa assembléia geral
realizada ontem na frente do bandeijão.

O Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (aqui da Unicamp) está
ocupado desde ontem cedo, foram colocadas barricadas nas entradas de
salas, biblioteca, pós-graduação, secretaria e sala de professores.
Esta noite dormimos no instituto para garantir a ocupação..

Os funcionários do mesmo instituto acabaram de tirar um indicativo
de greve, e vão levar a proposta de greve para o fórum das seis.

O curso de pedagogia já aderiu à greve.

Nossas reivindicações são; Revogação dos decretos do Serra, e
específica do instituto; contratação imediata de 75 professores. E
vários outros pontos de pauta que eu passo pra vocês futuramente...

Nesta manhã o antropólogo Marshal Sahlins (mundialmente famoso)
chegou ao IFCH (que continua ocupado) para realizar uma palestra que
será transmitida em tempo real pela internet para todo o mundo (em
inglês). Houve uma negociação entre a direção do instituto e os
estudantes; Os estudantes permitiram que o espaço do auditório fosse
usado para a palestra, com a condição de que ao final da palestra
daremos um informe sobre nossa greve, que será transmitindo também em
tempo real para todos que estiverem assistindo a palestra do Marshal
Sahlins.

Saiu na mídia;

Funcionários da USP iniciam greve contra decretos
Qua, 16 Mai, 01h12

A onda de protestos na Universidade de São Paulo (USP) aumentou. Os
funcionários da instituição entraram em greve hoje, conforme
prometido na semana passada. A categoria é contra os decretos do
governador de São Paulo, José Serra (PSDB), que obrigam a USP, a
Unicamp e a Unesp a terem seus orçamentos incluídos no sistema de
gerenciamento do governo, e termina a criação da Secretaria de Ensino
Superior.

A pauta de reivindicações compreende ainda o pedido de reajuste
salarial para funcionários e professores de 3,15% e mais o pagamento
de R$ 200 fixos. De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores da USP
(Sintusp), 70% dos funcionários de cinco campus aderiram ao
movimento. São funcionários da capital paulista, Lorena, Piracicaba,
São Carlos e Ribeirão Preto.

A categoria vai realizar uma assembléia para decidir se os
funcionários se juntarão aos alunos que ocupam a reitoria desde o dia
3 de maio. Cerca de 300 estudantes, por sua vez, permanecem no
prédio, conforme dados do Centro de Operações da Polícia Militar. Os
discentes mantêm a manifestação contra a decisão de Serra, que
afetaria a autonomia da USP, segundo eles, e para pedir melhorias na
infra-estrutura dos prédios e a contratação de mais professores.

Ontem, a instituição anunciou por meio de nota um ultimato aos
estudantes. Eles deveriam deixar a reitoria até as 16 horas para que
as propostas, elaboradas em negociação no último dia 8, fossem
atendidas. Como a desocupação não aconteceu, a USP deve entrar com um
pedido de reintegração de posse.

.

__,_._,___

Ameça iminente na fábrica ocupada Flaskô

Carta a Central Única dos Trabalhadores
Artur Henrique
 
Uma catástrofe pode ocorrer. Os trabalhadores resistiram e pode haver conflito.
 
Nesta manha, dia 16/05/2007 ás 9 horas da manha fomos surpreendidos com a CPFL (companhia de energia de São Paulo) com ordem de corte de nossa energia.
Mas porque?
Há 4 anos ocupamos a fábrica e retomamos a produção para manter nossos empregos e luta pelos direitos. Desde o inicio apontamos a estatização como única saída duradoura. E ao mesmo tempo reorganizamos a fábrica e temos a cada dia avançado.
Mas naquela época a patronal devia 300 mil reais de energia, e 3 contas atrasadas. E a CPFL não havia cortado.
Após a ocupação passamos a pagar todos os meses uma conta de energia e além do mais um parcelamento da dívida antiga.
Porque corta a energia hoje?
Os gastos com energia chegam a 100 mil por mês de consumo e mais 20 mil de dívida antiga. Na semana passada pagamos uma conta. Há hoje vencida duas contas, como sempre fizemos, diante da impossibilidade de faz de outro modo.
Apresentamos a CPFL proposta de pagamento de mais uma conta em uma semana, até a sexta da próxima semana. Não obtivemos resposta ainda.
Neste momento,ás 9h 30 uma delegação saiu da Flaskô para tentar abrir negociação com o Diretor Ulisses da CPFL, e o funcionário Carlos Alcântara.
Nós trabalhadores não aceitamos que feche a fábrica, cortando nossa energia. Ainda mais pois a CPFL, detém o monopólio do fornecimento de energia. Estamos dispostos a conversar e negociar mas não podemos aceitar isto. Não cortaram nossa energia.
Venham se somar ao nosso piquete. Não cortaram nossa energia.
Ajudam ligando para a empresa e exigindo que não ataquem os trabalhadores que lutam pelos seus empregos
 
Pedimos que todos que puderem encaminhem mensagens de apoio com a exigência de que se cancele a ordem de corte.
 
A CPFL Companhia Paulista de Energia
Ulisses
Carlos Alcântara - 19-9206-4561
Fixo: 19-3756-8925
Airton Rosek
Celular 19-9121-0519
Fax: 19-3756-8282
arosek@cpfl.com.br
alcântara@cpfl.com.br
amleto@cpfl.com.br
 
Pedro Santinho
Coordenador do Conselho da Flaskô
19-9233-1391

quarta-feira, maio 16

Trabalhadores da Ford mobilizam-se para fazer respeitar providência do Ministério do Trabalho

Trabalhadores da Ford mobilizam-se para fazer respeitar providência do Ministério do Trabalho
 
Por: UNT-Carabobo
Data de publicação: 16/05/07
Na segunda-feira 16 de maio não foi um dia de normalidade na planta da Ford Motor de Venezuela localizada na zona industrial sul da cidade de Valencia. Desde cedo, os dirigentes da organização sindical, estiveram se deslocando por toda a planta e posteriormente realizaram uma mobilização até os escritórios da Presidência, para reclamar o cumprimento do ditame emitido pela Consultoría Jurídica do Minsiterio do Poder Popular para o Trabalho e a Segurança Social, que estabelece no dia de desfrute compensatorio para o trabalhador que labore no dia de descanso trabalhista, neste caso nos domingos.
O Dirigente Sindical de SINTRAFORD, Juan Aguilar, quem também se desempenha como Coordenador da UNT Carabobo fez saber aos diferentes meios de comunicação, "que esse direito se vem vulnerando desde o ano 1991 e apesar de que se tinha solicitado à empresa que desse cumprimento à contemplado no artigo 218 da Lei Órgánica do Trabalho, nunca se fez.
Por essa razão recorremos à Consultoría Jurídica do Mintrass para que pronunciar-se-á. O ditame emitido pela entidade foi favorável e assim no-lo fizeram saber o passado 24 de abril". "Uma vez conhecido os argumentos do Mintrass, fazer saber à empresa, quem nos repondió que tomaria as previsões para assegurar o cumprimento, mas não mencionaram nem uma sozinha palavra sobre como ia reconhecer o benefício desse direito aos centos de trabalhadores que desde faz 16 anos vem sendo prejudicados pela empresa.", expressou o dirigente sindical do sector automotriz.
O dirigente regional da UNT Juan Aguilar, manifestou que "se a empresa persiste em desconhecer esse direito, os trabalhadores estão dispostos a parar a planta, porque não se pode permitir que uma empresa que gozou de fabulosas ganhos graças ao esforço e o sacrifício dos trabalhadores laborando em dias de descanso, agora não queira cumprir com a Lei Orgânica do Trabalho e queira desconhecer o ditame da Consultoría Jurídica do Mintrass.
Finalmente convidou a os"colegas da União Nacional de Trabalhadores no Estado Carabobo e a todos os sindicatos filiais da União Nacional de Trabalhadores do Sector Carrocero, Autopartes e Automotriz a que nos acompanhem nesta luta, já que se triunfamos, conseguiremos que esse direito também se reconheça em muitas empresas do sector automotriz, como acontece em General Motors.